Sinopse: 

Bárbara é linda, loira e bem-sucedida. Desde que assistiu a uma cerimônia de casamento pela primeira vez, ainda criança, seu sonho é apenas um: percorrer o tapete vermelho da igreja, vestida de noiva. Porém, contrariando todas as suas expectativas, ao ser abandonada no altar, a vida de Bárbara desmorona. Ela decide voltar à cidade natal e passa a viver com os irmãos e mais dois amigos. Todos homens. Com a ajuda de Vivian, uma espécie de Barbie Malibu, Bárbara tenta superar sua decepção amorosa recente e uma da adolescência, que volta com tudo à sua memória: o garoto dos olhos azuis. Será que o cavalo branco só passa uma vez? É isso que Bárbara vai descobrir com bom humor, jogo de cintura e uma pitada de neurose, em O Garoto dos Olhos Azuis.






Preciso dizer que este ano tem me revelado diversos livros maravilhosos dos quais eu não depositava tanta expectativa. Parece que eu já disse isso vezes demais para serem contadas, mas realmente cada leitura tem me cativado de uma forma diferente e muito mais do que eu esperava e "O Garoto dos Olhos Azuis" foi mais uma delas.
Eu esperava uma historia melosa por conta do título e com drama transbordando por todos os lados. Que bela surpresa eu tive. A história simplesmente me encantou de uma forma capaz de me manter presa por tempo indeterminado.
Bárbara inicia a história sendo aquela moça ingênua, que desde criança acredita em príncipe encantado e no esperado cavalo branco. Ainda muito jovem, ela encontra o seu príncipe dos olhos azuis e começa a nutrir uma paixonite por ele após o mesmo defendê-la de um episódio de bullying, porém após o ocorrido, ela nunca mais o viu e mesmo com tempos se passando, ela continua pensando nele todos os dias.
Anos se passam e Bárbara resolve guardar o garoto apenas em sua mente, seguindo com a sua vida e mudando de estado, mas sem nunca desistir do sonho de se casar com alguém que a ame. Porém o destino resolve ser a "bruxa" do seu conto de fadas. No dia do seu casamento com o homem que até então ela acredita ser o amor de sua vida, Bárbara é surpreendida no altar ao ser trocada diante de todos os seus familiares e amigos, por sua melhor amiga.
Transtornada, Bárbara foge da igreja e resolve voltar para sua cidade natal em Santa Catarina. Chegando lá, seus irmãos lhe oferecem uma vaga no apartamento que ambos dividem com mais dois amigos. Mesmo não achando uma boa ideia no início, Bárbara repensa sua escolha ao ter como outra opção aguentar os lapsos e surtos de sua mãe, e então decide morar com o quarteto. Bárbara leva sua bagagem, seu pequeno cachorro pitbull e uma carga emocional gigantesca para o novo apartamento.
O que Bárbara não esperava, era dividir o imóvel com Ian, um homem que de início se mostra a personificação do mau-humor e antipatia. Porém, mesmo Ian tendo essa personalidade tão barraqueira quanto a de Bárbara, ela não pode deixar de notar os atributos físicos do rapaz e seu belo par de olhos azuis. Com a convivência, Ian se mostra muito mais amável e sociável do que se mostrou no início, além de estar sempre disposto a ajudar Bárbara com seus problemas pós casamento/fiasco, salvando até a mesma de suas próprias confusões.
Porém, mesmo os dois tendo uma forte conexão e estando sempre próximos, as brigas entre eles não acabam de jeito nenhum! Tudo porque Ian é aquele personagem super amorzinho e encantador, que independente de qualquer coisa, só deseja fazer Bárbara feliz. Já Bárbara, calejada da vida, tende a afastar Ian, crendo que o mesmo será mais feliz com uma moça menos problemática.
Devo dizer que em muitos momentos eu me peguei gritando mentalmente com Bárbara pelo fato da mesma se mostrar ingênua e descrente demais em alguns momentos, se deixando levar por todas as intrigas e mentiras que atravessam o seu caminho, ao invés de dar mais uma chance ao amor, com a felicidade (lê-se Ian) batendo finalmente a sua porta. Mas por outro lado, é compreensível essa falta de crença nos homens por parte da moça após o baque inesperado que a mesma levou da vida.
Raiza criou em "O Garoto Dos Olhos Azuis" o cenário perfeito para um livro que vai muito além do romance. A história de desenvolve perfeitamente entre os caminhos do amor, drama, amizade, comédia e principalmente da superação, nos mostrando a evolução psicológica de Bárbara e o esforço da mesma para não deixar o seu passado interferir no futuro. E mesmo com todos os contras que são colocados à sua frente, Bárbara nos mostra como enfrentá-los e como parar de fugir do caminho que o nosso coração já escolheu para nossas vidas.



Sinopse: 

Minha doença é tão rara quanto famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não saio de casa. Nunca saí em toda minha vida. As únicas pessoas que já vi foram minha mãe e minha enfermeira, Carla. Eu estava acostumada com minha vida até o dia que ele chegou. Olho pela minha janela para o caminhão de mudança, e então o vejo. Ele é alto, magro e está vestindo preto da cabeça aos pés. Seus olhos são de um azul como o oceano. Ele me pega olhando-o e me encara. Olho de volta. Descubro que seu nome é Olly. Talvez eu não possa prever o futuro, mas posso prever algumas coisas. Por exemplo, estou certa de que vou me apaixonar por Olly. E é quase certo que será um desastre.





Madeleine Whittier tem 18 anos e foi diagnosticada desde bebê com uma doença rara e fortíssima chamada IDCG, Imunodeficiência Combinada Grave, mais conhecida como "Doença da Criança da Bolha" que a impede terminantemente de sair de casa pois, qualquer coisa no mundo, imagine ser alérgica ao mundo, pode acionar algum tipo de gatilho da doença e matá-la. Por este motivo ela foi criada de maneira diferente. Não tem contato com as pessoas, apenas com sua - super mega protetora - mãe e sua enfermeira - super amiga e maravilhosa conselheira - Carla. O livro é narrado por ela que nos conta tudo. Sua rotina é basicamente: ler bastante, ela mesma diz: "LI MUITO MAIS LIVROS QUE VOCÊ. Não importa quantos você tenha lido. Eu li mais. Tive tempo para isso." e estudar online, algumas aulas via skype, e muito raramente algum professor vai a sua casa, uma de suas matéria é Arquitetura. Tudo que chega à sua casa precisa ser descontaminado totalmente, o ar é repetidamente filtrado, tudo é branco e neutro, seus livros que passam por inspeções rigorosas são a única cor em seu quarto. Achei super interessante como ela escreve seu nome nos livros e oferece alguma recompensa, todas bem criativas para se o livro for achado e devolvido, mesmo ela sabendo que isso não vai ocorrer. As coisas mudam um pouco quando ela ouve o som de um caminhão de mudanças na casa ao lado. Repleta de curiosidade ela observa os vizinhos e até nos conta suas vigílias e tudo que observa sobre eles. Uma família composta por quatro pessoas: mãe, pai, filho e filha - Olly/Oliver e sua irmã Kara, sim ela sabe seus nomes, como eu disse ela os observava. Madeleine é instruída a manter distância, mesmo assim sua curiosidade é maior. A relação do pai com o restante da família é repleta de tensão, ela se preocupa com eles. Mesmo que ela mesma tente ignorar, Olly chama muito sua atenção. Da janela de seu quarto ela o observa sempre, até que eles se comunicam por mímica e ele escreve à caneta seu e-mail para que possam conversar. Assim começa uma linda relação entre eles. O Segredo de Madeleine. Até que somente as mensagens não parecem mais suficiente. O problema é sua doença e suas implicações. A mãe dela, é claro, percebe sua mudança de comportamento, a relação das duas era extremamente próxima e Madeleine passa a cancelar alguns de seus jogos e momentos juntas para conversar com Olly pela internet. Carla conta à ela das suspeitas da mãe e de forma muito engraçada descobre tudo, como se ela estivesse sendo muito óbvia. Carla é sua cúmplice, mantém seu segredo guardado e com muita insistência é persuadida à deixá-los se encontrarem na casa dela, claro que Olly tem que passar por descontaminação por uma hora, ficar bem longe dela e nada de se tocarem. Bom eles tentam, mas a cada encontro ficam mais próximos até que um dia se tocam, nada acontece com Madeleine - agora Maddy, apelido que ganhou do Olly. Os dois protagonizam cenas extremamente lindas, riem, fazem piada de suas situações e refletem sobre a vida e o futuro. Cada vez com mais borboletas no estomago, o toque das mãos dos dois faz com que sintam uma ligação incrível. Olly até diz: se com as mão nos sentimos assim, imagina o que um beijo faria. Maddy fica apreensiva e cada vez mais ansiosa para encontrar-se com Olly. Então eles se beijam e a vida muda. Infelizmente a mãe dela descobre seu segredo, a proíbe de falar pessoalmente e controla a internet para que ela possa usar APENAS para estudar. Ela também demite a Carla, contrata uma enfermeira nova, a enfermeira do inferno, segundo Maddy. Tudo volta a ser como antes da mudança de Olly e sua família para a casa ao lado, o que faz com que Maddy se veja novamente e ainda mais solitária em sua bolha. Todas suas experiências atuais mudam sua forma de pensar, antes ela vivia cada dia de igual forma, mas este contato com o mundo que ela tem através de Olly aumenta sua percepção do que tem perdido no mundo e ela não quer que isso acabe, vai ser capaz de arriscar sua vida para conhecer mais do mundo e através dessa experiência descobrir que talvez sua vida tenha sido uma mentira esse tempo todo e lamento dizer que se escrever mais deixarei diversos spoilers, por isso, leiam. Estou totalmente apaixonada por este livro. A narrativa super cativante, as frases que ficam para a vida e o desenrolar da história que nos prende e emociona a cada página, fez com que Nicola Yoon ganhasse seu espaço na minha lista de autoras preferidas. Suas referências à O Pequeno Príncipe, a outros livros e a forma como tudo nos é apresentado, seja escrito ou tão lindamente ilustrado - assim como essa capa linda - fez com que mal acabando a leitura eu já estivesse disposta a recomeçá-la.

Oi oi, pessoas! Acho que por minha parte, já virou rotina eu vir aqui todos os meses (ou quase todos, já que às vezes eu esqueço sobre o assunto) compartilhar as novidades que nossas editoras brasileiras trazem aos leitores. Então, bora conferir:


A Filha Perdida
Editora:Intrínseca Autora: Elena Ferrante Gênero: Ficção Páginas: 176 Da autora de "A amiga genial" e "História do novo sobrenome", um romance feminino e arrebatador. “As coisas mais difíceis de falar são as que nós mesmos não conseguimos entender.” Com essa frase Elena Ferrante logo alerta os leitores: preparem-se, a ser reveladas. Lançado originalmente em 2006 e ainda inédito no Brasil, o terceiro romance da autora que se consagrou por sua tetralogia napolitana acompanha os sentimentos conflitantes de uma professora universitária de meia-idade, Leda, que, aliviada depois de as filhas já crescidas se mudarem para o Canadá com o pai, decide tirar férias no litoral sul da Itália. Logo nos primeiros dias na praia, ela volta toda a sua atenção para uma ruidosa família de napolitanos, em especial para Nina, a jovem mãe de uma menininha chamada Elena que sempre está acompanhada de sua boneca. Cercada pelos parentes autoritários e absorvida pelos cuidados com a filha na praia, Nina parece perfeitamente à vontade no papel de mãe e faz Leda se lembrar de si mesma quando jovem e cheia de expectativas. A aproximação das duas, no entanto, desencadeia em Leda uma enxurrada de lembranças da própria vida — e de segredos que ela nunca conseguiu revelar a ninguém. No estilo inconfundível que a tornou conhecida no mundo todo, Elena Ferrante parte de elementos simples para construir uma narrativa poderosa sobre a maternidade e as consequências que a família pode ter na vida de diferentes gerações de mulheres. Elena Ferrante se tornou especialmente conhecida pela tetralogia napolitana, cujos dois primeiros volumes, A amiga genial e História do novo sobrenome, já foram publicados com grande sucesso no Brasil. Best-seller internacional, Ferrante tem livros lançados em mais de 30 países “A prosa de Ferrante é extraordinariamente franca, direta e inesquecível.” Publishers Weekly “Um romance brutalmente sincero sobre a ambivalência da maternidade. ”



Um Fio de Seda no Abismo
Editora: ASE Editorial Autor: Dan Rebouças Gênero: Ficção/Romance Páginas: 124 “Eu não queria me apaixonar. Ter alguém na mente e no coração era sinônimo de tempo perdido, vida desperdiçada, despedaçada. Mas estava acontecendo. O pouco controle que eu tinha todas as vezes em que pensava nele, era somente por tudo que aprendi com os que vieram antes dele. O passado me ajudou. Ainda que tenha sido uma tempestade de areia, quando passou, se transformou em algo sólido, como o chão que eu pisava. Lanno não sabia exatamente o que estava acontecendo, mas percebia que eu o olhava diferente. Às vezes agradeço por ele não me corresponder e eu ficar sonhando como seria nossa vida juntos. Outras vezes, sofro. Por não tê-lo, por estar ligado a uma nova paixão e ainda preso aos fantasmas do passado. Talvez eu goste dessa tortura. Mas sei que em algum momento ela irá acabar. E isso é ainda pior”. *** Arco poderia ficar e permanecer na escuridão dos seus dias atormentados pelos problemas do passado, mas ele decidiu sair correndo como se nunca mais fosse voltar. Pensou que assim, aquele turbilhão de sentimentos vinculados aos seus traumas e frustrações fossem ficar ali, imóveis, no lugar onde ele os deixou. Ele estava errado. Não é possível deixar para trás aquilo que habita dentro do coração. Sua vida mudou depois que resolveu morar por um tempo em Roma, dias artificiais com felicidades perecíveis o ajudaram a acreditar que estar bem é respirar outros ares. Lanno entra na sua vida fazendo com que seu coração esqueça as feridas, Clara é uma peça fundamental para seus contos de amores frustrados e Daniel é a chave para o seu retorno à realidade. Era hora de acreditar em si mesmo. Enfrentar a família, desvendar uma mentira e assumir que aquela tempestade era causada por ele mesmo. Às vezes o fio que nos une é o mesmo que nos amarra, impedindo de seguir na direção que queremos trilhar.


Depois Daquela Montanha
Editora: Arqueiro Autor: Charles Martin Gênero: Ficção/Romance Paginas: 304 e: O Dr. Ben Payne acordou na neve. Flocos sobre os cílios. Vento cortante na pele. Dor aguda nas costelas toda vez que respirava fundo. Teve flashes do que havia acontecido. Luzes piscavam no painel do avião. Ele estava conversando com o piloto. O piloto. Ataque cardíaco, sem dúvida. Mas havia uma mulher também – Ashley, ele se lembra. Encontrou-a. Ombro deslocado. Perna quebrada. Agora eles estão sozinhos, isolados a quase 3.500 metros de altitude, numa extensa área de floresta coberta por quilômetros de neve. Como sair dali e, ainda mais complicado, como tirar Ashley daquele lugar sem agravar seu estado? À medida que os dias passam, porém, vai ficando claro que, se Ben cuida das feridas físicas de Ashley, é ela quem revigora o coração dele. Cada vez mais um se torna o grande apoio e a maior motivação do outro. E, se há dúvidas de que possam sobreviver, uma certeza eles têm: nada jamais será igual em suas vidas. Publicado em mais de dez países, Depois daquela montanha chegará às telas de cinema em 2017, com Kate Winslet (de Titanic) e Idris Elba (de Mandela) escalados para os papéis principais de uma história que vai reafirmar sua crença na vida e no poder do amor.


O Martelo de Thor
Editora: Intrínseca Autor: Rick Riordan Gênero: Ficção Paginas: 528 O martelo de Thor novamente se perdeu. O deus trovão tem o péssimo hábito de guardar em lugares errados sua arma – a força mais poderosa em Nove Mundos. Mas, dessa vez, o martelo não está apenas perdido, ele caiu em mãos inimigas. Se Magnus Chase e seus amigos não conseguirem recuperar o martelo logo, os mundos mortais ficarão sem defesa contra um ataque violento de gigantes. Ragnarok começará. Os Nove Mundos queimarão. Infelizmente, a única pessoa que pode fazer um trato para o retorno do martelo, é o pior inimigo dos deuses, Loki – e o preço é muito alto.


A Sombra do Passado
Editora: Arqueiro Autor: Sylvain Reynard Gênero: Ficção/Thriller Páginas: 304 A jovem e doce Raven Wood está em Florença trabalhando na restauração de O nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli. Certa noite, ao tentar evitar que um sem-teto seja agredido, ela mesma fica em perigo, mas é salva a tempo pelo belo e poderoso William York. Depois desse encontro, eles se envolvem numa improvável e avassaladora paixão. O príncipe vampiro jura seu amor por Raven e promete se vingar de todos os que um dia a feriram. Contudo, ela prefere não ceder à violência e, para surpresa de William, busca nele algum traço de humanidade sob a aparente frieza – alguma bondade que lhe permita entregar-se a ele sem receios. Mas um perigo terrível pode pôr fim à felicidade do casal. Uma sombra se espalha por Florença, colocando em risco a paz que há séculos existe entre seres humanos e sobrenaturais. Enquanto tenta proteger Raven, o príncipe precisa descobrir quem o traiu e evitar uma guerra entre poderes há muito adormecidos.


Dartana
Editora: Rocco Autor: André Vianco Gênero: Ficção/Fantasia Páginas: 784 No insólito mundo de Dartana, os habitantes são incapazes de guardar conhecimento. Qualquer aprendizado é sumariamente esquecido quando dormem. A única esperança para acabar com este sofrimento é o nascimento de um deus guerreiro, capaz de vencer outros deuses e liberar o conhecimento para seus seguidores. Primeiro livro da nova trilogia de André Vianco, Dartana surpreende por apostar numa fantasia com ares de ficção científica, que bebe na fonte de clássicos do gênero como Star Wars. E André Vianco faz isso com enorme talento, mostrando por que é um dos grandes representantes do gênero fantasia no país.  O nascimento do deus Belenus é o sinal que todos aguardavam, a esperança de que o sofrimento pode estar chegando ao fim. E os jovens Jeliath e Dabbynne marcham junto das feiticeiras e dos soldados para o Combatheon, uma outra dimensão e uma arena onde um combate épico define a sorte de vários mundos.  A chegada em Combatheon não é como o imaginado, e agora Jeliath e seus amigos têm que lutar para sobreviver antes de pensar em salvar o seu mundo. Estranhas descobertas e inesperados reencontros fazem parte da nova realidade do grupo. Enquanto buscam novas armas através de uma estranha conexão com a Terra e a família de Gláucia e Doralice, os jovens ficam sabendo um pouco mais sobre o Combatheon, os misteriosos e poderosos deuses guerreiros e outros planetas e povos.


Lúcida
Editora: Galera Record Autores: Ron Bass e Adrienne Stoltz Gênero: Thriller Páginas: 364 Sloane é uma aluna nota 10, com uma grande e amorosa família. Maggie vive uma existência glamourosa e independente, como aspirante a atriz em Nova York. As duas não poderiam ser mais diferentes. A não ser por um pequeno detalhe, algo que não têm coragem de revelar a ninguém. À noite, cada uma sonha que é a outra. Os sonhos são tão vívidos que as garotas sentem e experimentam o que a outra está passando naquele momento. Seriam as duas reais? Uma delas estaria mentalmente instável e imaginando a outra? Seriam ambas a mesma pessoa? Qual delas é real?




Sinopse: 

Não é normal desejarmos alguém que nos atormenta. Quando meu meio-irmão, Elec, se mudou para nossa casa, eu não estava preparada para lidar com um cara tão idiota. Odiei o fato de ele ter descontado sua raiva em mim porque não queria estar aqui. Odiei ele ter trazido garotas da escola para seu quarto. Mas o que mais odiei foi o modo indesejável que meu corpo reagia a ele. A princípio, pensei que tudo o que ele tinha a seu favor era o corpo musculoso e tatuado e o rosto perfeito. Mas as coisas começaram a mudar entre nós, e tudo teve um desfecho em uma noite inesquecível. No entanto, do mesmo modo que Elec entrou na minha vida, logo voltou para a Califórnia. Passaram-se anos desde a última vez que o vi. Quando a tragédia atingiu nossa família, tive que encará-lo novamente. E, diabos, o adolescente que me deixou louca se tornou o homem que destruiu o resto de sanidade que havia em mim. Senti que meu coração estava prestes a ser partido. De novo.


A primeira vista pode ser que o livro não os interesse, assim como não me interessou. Afinal o nome não é muito encantador, e o titulo do mesmo em inglês (Stepbrother Dearest) é muito mais convidativo, mas garanto-lhes que é uma história maravilhosa, assim como todas as outras escritas por Penelope Ward.
“Meu Querido Meio-Irmão” é dividido em duas partes: a primeira sendo o período em que se conheceram ainda adolescentes e a segunda quando já são adultos. Ambas as partes são narradas em primeira pessoa pela protagonista.
Greta Hansen é uma adolescente com seus 17/18 anos e vive em Boston, com sua mãe Sarah e seu padrasto Randy. A jovem não sabe muito sobre o primeiro casamento de Randy, mas sabe que ele tem um filho da mesma idade que ela e que além de ser encrenqueiro, irá passar uma temporada com eles.
Elec O'Rourke é um rapaz complicado, adora fumar, é encorpado (gostoso mesmo), cheio de tatuagens e piercings, tem sérios problemas com o pai e é rude com todos da família. No entanto, Greta se vê extremamente atraída por ele e quando consegue conquistar o coração de Elec, percebe que ele não é tão terrível quanto achava que fosse. Infelizmente em uma determinada noite, quando atingem o limite da atração, tudo muda e Elec é obrigado a voltar para California de forma abrupta, levando com ele o pobre coração de nossa protagonista.
Sete anos se passaram e cada um construiu sua vida longe um do outro. Greta terminou um noivado, se formou e mudou-se para Nova Iorque. Já Elec, além de conselheiro, trabalha com crianças carentes na California e namora Chelsea, uma mulher tão incrível que até mesmo quando queremos sentir raiva dela não conseguimos.
Houve um contratempo e os dois precisam retornar à Boston. Ao se reencontrarem o sentimento que até então tinha sido esquecido, fica evidente que ainda existe. Os dois terão uma oportunidade de passarem uma noite juntos, em consideração àquela velha amizade que construíram anos atrás. Mas como é um livro de Penelope Ward que estamos falando, as coisas tendem a serem mais complicadas e outra despedida será inevitável, assim como o sentimento que possuem um pelo outro, nos questionando se finalmente ficarão juntos ou se o destino mais uma vez, irá impedi-los de se darem uma chance.
Sei que parece clichê e em alguns momentos até é, mas acredito que isso é um dos motivos para o livro ser tão bom. E enquanto acompanhamos o desenrolar do casal, o leitor observa também o terrível, delicado e complexo relacionamento de Randy e Elec. É triste de ver que problemas originados por gerações passadas, fizeram com que o relacionamento entre pai e filho fosse repleto de mágoas e ressentimento.
A obra tem uma escrita fluida e leve. É cheia de perguntas, que serão respondidas ao longo do livro, mas que apenas ficarão claras no final. Os personagens são bem construídos, na primeira parte podemos ver que são meio imaturos, já na segunda é totalmente notável o quanto amadureceram, sem contar que são pra lá de apaixonantes, principalmente Elec, que já conseguiu entrar para minha listinha de favoritos. Os diálogos são ótimos e a interação entre os dois, me renderam muitas risadas, não tem como não se encantar com esse casal, com as mensagens de textos que trocam e principalmente com os anagramas inventados por Elec.
A autora conduz a história de forma simples, nos levando a uma explosão de emoções. O enredo tem a dose certa de drama, romance e humor e em momento algum tive vontade de largar o livro, é simplesmente envolvente demais, uma história cativante que nos prende do inicio ao fim.
Obs.: “Meu Querido Meio-Irmão” tem um spin-off, nomeado “Neighbor Dearest”, que infelizmente não tem previsão de lançamento aqui no Brasil, mas do qual já li e logo mais resenharei também.


Sinopse: 

Dividir uma casa de verão com um cara gostoso deveria ser um sonho se tornando realidade, certo? Não quando é com Justin… A única pessoa que eu já amei… aquele que agora me odeia. Quando minha avó morreu e me deixou metade de casa de praia na Ilha Aquidneck tinha uma pegadinha: a outra metade ficaria com o garoto que ela ajudou a criar. O mesmo garoto que virou o adolescente cujo coração eu parti anos atrás. O mesmo adolescente que agora é um homem de corpo definido e uma personalidade forte para combinar. Eu não o via em anos e agora estamos vivendo juntos porque nenhuma de nós dois está disposto a desistir da casa. A pior parte? Ele não veio sozinho. E logo eu percebi que existe uma linha tênue entre o amor e o ódio e eu conseguia vê-la naquele sorriso presunçoso. E atrás de tudo aquilo.. aquele garoto ainda está lá. Assim como a nossa conexão. O problema é… agora que eu não posso mais tê-lo, eu o quero ainda mais.




Sabe aquele livro que você quer ler, mas de início não cria muitas expectativas e depois que dá início a leitura, você se surpreende e passa a amar a história cada vez mais? Isso foi exatamente o que aconteceu comigo ao me deparar com "Roomhate".
Roomhate se inicia nos mostrando os tempos atuais, onde a avó de Amélia acabou de falecer e em seu testamento deixou sua casa de praia para ela e seu amigo de infância, Justin. Porém, devido a acontecimentos do passado, os dois se afastaram e um ressentimento enorme é nutrido por parte do Justin. Com o decorrer dos capítulos, são distribuídos vários flashbacks da infância dos dois e com isso podemos ver a amizade meiga e protetora que ambos mantinham, além de podermos entender a razão do distanciamento deles. Justin e Amélia foram ligados, inicialmente, por serem vizinhos e foram cada vez se tornando mais próximos pelo fato da avó de Amélia cuidar do pequeno Banks enquanto seus pais só tinham tempo para o trabalho. Apesar do sentimento forte que ambos mantinham, nenhuma das partes teve coragem suficiente para expor seus sentimentos. Os anos passam e ambos seguem com suas vidas, mas o destino - ou a avó de Amélia - decide dar um jeitinho de colocar os dois frente a frente novamente.
Justin e sua namorada Jade, decidem ir em suas férias de verão para a casa de praia, mas sem saber, acabam se deparando com Amélia. Diferente do que seria esperado, onde Jade seria uma enorme bitch no caminho de Amélia, ela se mostra um amor de pessoa. Mas se por um lado Jade é receptiva e prestativa, Justin não parece disposto a tornar as coisas mais fáceis para Amélia e mostra logo de cara o seu rancor após o afastamento dos dois há mais de dez anos atrás.
Mesmo com toda raiva, rancor e mágoa envolvendo Justin e Amélia, a sintonia e química que existe entre eles é óbvia e por muitas vezes durante a leitura, eu precisei fazer uma pausa para recuperar o fôlego tamanha era a conexão que ambos transmitiam.
Justin é aquele personagem que nos conquista sem muito esforço logo nas primeiras páginas, sendo uma mistura entre fofo além dos limites e bad boy boca suja. Adicione a ele tatuagens e o fato de ser músico e pronto, temos o homem dos sonhos. Amélia é uma personagem forte e independente, que desde muito nova precisou aprender a cuidar de si mesma. Amélia também é um enorme exemplo de perseverança, e assim como todos os aspectos da história, nos conquista mais a cada capítulo.
Penelope não insere muitos elementos ou personagens na história e mesmo assim, Ward consegue aproveitar dos poucos elementos dos quais dispõe de uma forma maravilhosa e eu diria até que esses poucos elementos são um dos fatores que torna a história tão especial.
Penelope tem a capacidade de deixar a história envolvente do início ao fim, sem em nenhum momento torná-la entediante. A autora também conduz a história mesclando na dose exata drama, romance, tensão e humor, tornando o livro excepcional para todos os amantes de New Adult, romance ou drama.
"Roomhate" é aquele livro que após terminado, sofremos daquela famosa depressão pós-livro, e essa tristeza só se intensifica ao nos darmos conta de que se trata de um livro único e que não teremos vislumbres dos amados personagens futuramente. Mas mesmo sem continuação, podemos relê-lo quando bater a saudade, pois se trata de um livro que jamais enjoaremos.
"Roomhate" nos passa diversas mensagens maravilhosas e inspiradoras, nos mostra que nossas escolhas muitas vezes podem ter um impacto enorme não apenas em nossas vidas, mas na de todas as pessoas que nos cercam. E o mais importante: a história nos mostra que mesmo com todos os obstáculos, desencontros e erros que cometemos, as coisas acontecem da maneira que deve acontecer.



Sinopse: 

Rafe saiu do armário aos 13 anos e nunca sofreu bullying. Mas está cansado de ser rotulado como o garoto gay, o porta-voz de uma causa. Por isso ele decide entrar numa escola só para meninos em outro estado e manter sua orientação sexual em segredo: não com o objetivo de voltar para o armário e sim para nascer de novo, como uma folha em branco. O plano funciona no início, e ele chega até a fazer parte do grupo dos atletas e do time de futebol. Mas as coisas se complicam quando ele percebe que está se apaixonando por um de seus novos amigos héteros. 








Livros com temática LGBT são sempre um dos meus preferidos e depois de ver essa capa maravilhosa e ler a sinopse, já estava apaixonada por Rafe e curiosa para saber tudo sobre ele. Então, dei inicio a essa leitura surpreendente, que me fez conhecer a história de Rafe e tudo que se passa com ele, além de me proporcionar diversas reflexões.
“Apenas um Garoto” gira em torno de Rafe, um garoto que corajosamente se assumiu gay aos 13 anos de idade e do qual teve sua orientação sexual aceita de forma fácil, não só por seus pais, mas também por todos os seus amigos. E se tratando de amigo, não posso deixar de citar Olivia, a cúmplice de Rafe desde quando eram apenas crianças.
O fato é que mesmo tendo sido aceito por todos, ele senti-se incomodado porque parece que não importa quem ele seja, as pessoas só enxergam essa característica nele. Então cansado de ser rotulado como o “Garoto Gay”, Rafe resolve se transferir para um colégio só de garotos em outra cidade/estado, com o intuito de omitir sua orientação sexual e começar totalmente do zero para poder, assim, ter a chance de ser apenas um garoto normal.
No começo seu plano funciona muito bem, ele consegue se enturmar e até entra para o time de futebol do colégio. Lá, não é considerado o “Garoto Gay” e sim “O Atleta”. No entanto, ele não contava que no meio dessa mentira, acabaria por se apaixonar por seu novo amigo, Ben, que por sinal é hétero.
No geral, esse é o enredo do livro, que já está bem resumido na própria sinopse. A escrita do autor, Bill Konigsberg, é simples, viciante e muito envolvente. O livro também é repleto de diálogos, o que deixa a narrativa ainda melhor, e em vários momentos possui reflexões do próprio Rafe, que é um personagem tão bem construído, que consegue nos fazer sentir e até mesmo viver na montanha-russa de emoções em que ele vive. E por falar em personagens, é impossível falar de “Apenas um Garoto”, sem citar os personagens secundários que são indispensáveis na construção desse livro maravilhoso. Começando por Olivia (que já citei no começo da resenha) uma amiga fiel, dessas que está contigo para o que der e vier. Também temos os pais de Rafe, que apesar de me irritarem às vezes a ponto de conseguir entender a vontade de sumir que Rafe possuía, são muito amorosos e compreensivos. Temos Ben, o garoto por quem Rafe acaba se apaixonando e que roubou meu coração desde sua primeira aparição. Outro personagem que merece destaque é o Sr. Scarborough, professor de redação/literatura, suas aparições são pequenas e não muito frequentes, mas é dono dos melhores conselhos e reflexões, o tipo de professor que todos gostaríamos de ter. E por ultimo, mas não menos importante, Toby e Albie, que foram acima de tudo responsáveis por me arrancarem risos, todo o amor do mundo pra esses dois. A leitura de “Apenas um Garoto” foi algo pra lá de prazeroso, daquelas que flui tão bem que a gente só percebe que terminou quando chega ao ultimo ponto final e fica com aquela ânsia por mais alojadinha no coração. É o tipo de romance que te convence a torcer até o ultimo capitulo, mas também é um livro real, cheio de lições e aprendizados que irá fazê-los refletir muito mais do que imaginam.


Sinopse: 

Remy não acredita no amor. Sempre que um cara com quem está saindo se aproxima demais, ela se afasta, antes que fique sério ou ela se machuque. Tanta desilusão não é para menos: ela cresceu assistindo os fracassos dos relacionamentos de sua mãe, que já vai para o quinto casamento. Então como Dexter consegue fazer a garota quebrar esse padrão, se envolvendo pra valer? Ele é tudo que ela odeia: impulsivo, desajeitado e, o pior de tudo, membro de uma banda, como o pai de Remy — que abandonou a família antes do nascimento da filha, deixando para trás apenas uma música de sucesso sobre ela. Remy queria apenas viver um último namoro de verão antes de partir para a faculdade, mas parece estar começando a entender aquele sentimento irracional de que falam as canções de amor.





Já vou começar dizendo que não li “Uma canção de ninar”, muito pelo contrário, foi ele quem me leu. Terminei a leitura faz exatamente duas semanas e não conseguia resenhá-lo tamanho era o grau de semelhança que tive com a protagonista. Sério, há muito tempo não lia um livro do qual me identificasse tanto com absolutamente tudo.
A história é narrada em primeira pessoa de acordo com a perspectiva de Remy, uma garota jovem e divertida, mas completamente cética quando o assunto é amor. Porém, Remy tem seus motivos. Ter sido abandonada pelo próprio pai, que era músico, quando ainda era um bebê e que antes de morrer deixou apenas uma canção como herança e, presenciar sua mãe, que é escritora e delega a ela grandes responsabilidades, além de viver passando por sucessivos e fracassados casamentos, fez com que nossa protagonista desacreditasse que o tal amor realmente exista.
Acabando o ano escolar e pronta para começar a vida adulta, Remy termina com o namorado e começa a aproveitar os seus últimos meses e o resto do verão, antes de partir para Stanford. Até que um dia cruza com Dexter, um jovem músico, magricela, cheio de humor, diferente de todos os garotos com quem já se relacionou e de todos os mocinhos de livro que já li, mas que consegue em pouquíssimo tempo virar de cabeça pra baixo, não só a vida de Remy, mas a de nós leitores também.
No começo era para ser só mais um simples namoro de verão. Entretanto, com o passar dos dias, Remy começa a se sentir cada vez mais confortável na presença de Dexter a ponto de começar a rever seus conceitos e a se questionar o que seria esse “algo” que ela vem sentindo por ele.
O relacionamento entre ambos é um tanto inesperado. Remy é mais contida e Dexter se entrega de corpo e alma. Ela é pessimista e ele otimista. Ela é mais pé no chão e ele um sonhador nato. Remy é a razão em pessoa e Dexter pura emoção. São completamente o oposto um do outro, o que só faz a história ser ainda mais interessante e surpreendente.
Além da bela construção dos protagonistas, Sarah Dessen, também criou personagens secundários maravilhosos. O grupo de amigas de Remy, por mais que se desentendam por motivos desnecessários, quando preciso são super unidas. Já a banda de Dexter, não tenho nem palavras para descrever o quanto os amei, os meninos foram responsáveis por me renderem muitas risadas, principalmente quando compunham canções sobre batatas.
A autora aborda o tema amor com suavidade e sutileza, juntamente com um desfecho maravilhosamente perfeito que nos faz ter esperanças no poder transformador do amor. Em minha opinião, Sarah só provou mais uma vez que seus livros são muito mais do que romances, são ensinamentos para se levar para a vida.
Em um contexto geral, “Uma canção de ninar”, assim como um bom YA, tece um romance cheio de dilemas comuns. É profundo por se tratar de assuntos da vida. Fala sobre desafios que nos são impostos diariamente, sobre as incertezas, nosso ciclo de amizade, incluindo também a temática familiar. O livro nos traz diversos questionamentos e reflexões, nos ensinando a nunca se fechar para o mundo e entender que tudo não passa de aprendizado.


Sinopse: 

Cada mês de abril, quando o vento sopra do mar e se mistura com o perfume de violetas, Landon Carter recorda seu último ano na High Beaufort. Isso era 1958, e Landon já tinha namorado uma ou duas meninas. Ele sempre jurou que já tinha se apaixonado antes. Certamente a última pessoa na cidade que pensava em se apaixonar era Jamie Sullivan, a filha do pastor da Igreja Batista da cidade. A menina quieta que carregava sempre uma Bíblia com seus materiais escolares. Jamie parecia contente em viver num mundo diferente dos outros adolescentes. Ela cuidava de seu pai viúvo, salvava os animais machucados, e auxiliava o orfanato local. Nenhum menino havia a convidado para sair. Nem Landon havia sonhado com isso. Em seguida, uma reviravolta do destino fez de Jamie sua parceira para o baile, e a vida de Landon Carter nunca mais foi a mesma.




A história começa com Landon Carter, aos 57 anos contando sobre como sempre relembra de seu último ano no ensino médio e de tudo que mudou em sua vida desde aquele ano. Landon era um cara descolado na escola, tinha amigos populares e não estava muito preocupado com o futuro, gostava de passar a noite com os amigos no cemitério, conversando e comendo amendoim cozido e durante as manhãs dormia na aula. Quando chega o baile dos veteranos e ele precisa convidar alguém, por incentivo do pai que mais vive trabalhando e viajando que em casa, ele é candidato a presidência do grêmio na escola, e quer ter alguma popularidade, levando alguém legal. O problema é todas as garotas já estão convidadas, ele recorre até ao anuário escolar e em sua última escolha está Jamie Sullivan, que ele acha que vai ser convidada por outro garoto - que ele considera esquisito - e vai aceitar já que ela é muito bondosa com as pessoas. Ele corre, literalmente, para chegar à frente do garoto e está apreensivo para não levar mais um fora, ainda mais de Jamie. Jamie não é popular, mora apenas com o pai, pastor da Igreja Batista. Ela anda sempre vestida com seu conhecido suéter marrom e sua Bíblia sobre o braço. É conhecida como a adorável e bondosa Jamie, sempre muito gentil e simpática, cumprimentava até mesmo estranhos, ajudava senhoras, levava cachorrinhos machucados ao veterinário e não pensaria duas vezes antes de ajudar alguém. Era adorada pelas pessoas mais velhas e sempre visitava o orfanato local. Ela era boa como muitas pessoas não são e seu brilho como pessoa é muito bem descrito no livro. Segundo Landon ela é o tipo de pessoa que te faz sentir-se mal consigo mesmo por não ser gentil com o próximo também. Por conta do baile da escola, Landon recorreu a Jamie , uma companhia agradável, mas nem de longe a que ele gostaria. O que irritava um pouco Landon era ela falar sempre dos planos de Deus na vida das pessoas e sobre ter/praticar a bondade e o amor. Depois do baile eles pouco se falam como sempre foi, mas tem a peça da escola - escrita pelo pai de Jamie - que é representada no teatro local, pelos alunos no último ano. A pedido de Jamie, para alegrar seu pai, Landon aceita fazer o papel principal, segundo ele também por seus olhos penetrantes, que fica impossível negar algo a Jamie e para provar que é uma pessoa boa. Ela pede que ele não se apaixone por ela. Ele aceita e lhe diz que isso não vai acontecer. Durante os ensaios para a peça, Landon se aproxima mais de Jamie, até porque eles tem os papéis principais. Apesar de não perceber à princípio, Landon sempre repara algo que não tinha visto antes em Jamie e quando ela está caracterizada para a peça, bem produzida, com os cabelos soltos e diferente do habitual, ele vê o quanto ela é bonita. Passar mais tempo com Jamie o muda bastante, ele ajuda com o orfanato e dá para perceber quando ele se apaixona verdadeiramente e o quanto muda para melhor por conta desse amor. Ler Um Amor para Recordar me fez sentir como Landon, e como é a influência de Jamie e seu exemplo para ser uma pessoa melhor, acreditar no melhor, ter fé, amor e ser gentil. Já conhecia o filme e era apaixonada pela história, ler me fez ver aqueles detalhes que comparamos, livro/filme, não achei possível dizer que ficou ruim. Falta isso ou aquilo, é o que dizemos, mas gostei de ambas as formas como foi representada a história de Nicholas Sparks. Um Amor para Recordar tem uma história linda, é inspiradora, emocionante, faz bem e eu recomendo a leitura e também ver o filme e se encantar novamente ou pela primeira vez.
"O amor é paciente e benigno, não arde em ciúmes; o amor não se ufana, não se ensoberbece. O amor não é rude nem egoísta, não se exaspera e não se ressente do mal. O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Está sempre pronto para perdoar, crer, esperar e suportar o que vier."


Sinopse: 

Gemma é uma adolescente normal esperando para pegar um voo no aeroporto de Bangkok com seus pais. Ao se afastar, conhece o charmoso e envolvente Ty, e nem imagina quais são suas reais intenções. Ele lhe oferece um café em que coloca algum tipo de droga. Confusa, ela é sequestrada e arrastada para o meio do deserto australiano. Ele a rouba para si, depois de anos a observando, e ainda espera que ela o ame. Os dias se passam e eles têm apenas um ao outro na imensidão vazia e escaldante do deserto, e Gemma começa a entender e conhecer Ty. É aí que os limites entre inimizade e compaixão vão ficando cada vez mais tênues.







Stolen é um livro de 2009, do qual eu sempre tive vontade de ler, mas evitei por muito tempo por conta da minha mentalidade um pouco fechada na época em questão ao tema. Porém recentemente, eu me deparei com ele e resolvi lhe dar uma chance, o que me causou uma onda vasta de indignação comigo mesma por ter demorado tanto tempo para lê-lo.
O tema central do livro é a síndrome do Estocolmo (quando a vítima desenvolve sentimentos ou se apaixona pelo seu sequestrador) e isso é esclarecido logo na sinopse, nos deixando cientes do que nos espera pelo caminho.
O livro começa em um aeroporto onde Gemma está indo em uma viagem com seus pais, que como a própria Gemma os descrevem, são um tanto negligentes e dão mais importância ao trabalho do que para a única filha. Durante a espera do vôo, Gemma decide ir comprar um café, fato que inconscientemente mudou sua vida dali para frente. Gemma acaba não levando dinheiro nacional e de repente um completo estranho - ou pelo menos é o que ela acredita até esse ponto - muito atraente e bonito, chamado Ty, se oferece para pagar pela sua despesa e os dois começam a conversar. Porém, sem perceber, Ty insere uma droga na bebida de Gemma, fazendo com que a mesma perca a consciência e não se dê conta dos seus planos. Ty consegue disfarçar Gemma e despistar todas as possíveis suspeitas, levando Gemma para um destino completamente diferente de sua rotina, sendo o deserto Australiano o único local que Gemma terá acesso por um longo tempo.
Ao acordar, Gemma se encontra em uma casa construída no meio do nada, com nada além de areia, pedras e Sol escaldante ao seu redor. Obviamente, Gem tenta escapar de todas as formas possíveis, até se dar conta de que não há para onde fugir e muito menos a quem recorrer. A cada capítulo, as emoções de Gemma parecem ganhar vida e atravessar as páginas como uma espécie de convite para nos colocarmos no lugar da personagem e sentirmos toda sua angústia, tristeza, raiva e compreensão.
Com o decorrer da história, nós vamos nos apegando ao Ty e querendo protegê-lo, mesmo sabendo que ele é o vilão e responsável pelos sofrimentos de Gem. Ty não é de todo corações e flores, porém. Em diversos momentos podemos ver um lado seu hostil e presenciar a forma que ele parece ter dificuldades para controlar seu temperamento agressivo. Mas creio que essa inconstância do personagem seja apenas mais uma das razões que o tornam tão cativante ao ponto de nos sentirmos envolvidas por toda atmosfera maluca e adorável que o cerca.
Junto ao protecionismo, surge aquele famoso sentimento incontrolável de "shippar" e em diversos momentos eu me peguei querendo que a Gemma superasse o sequestro e desse uma chance ao Ty, e foi nesse ponto que eu entendi o objetivo de Christopher. Ela nos põe de frente ao que achamos uma situação estranha ou impossível de acontecer e de repente nos vemos vivenciando a síndrome do Estocolmo. Christopher cria um personagem com todas as flechas apontando "CARA ERRADO E VILÃO" em sua testa e mesmo assim, nos vemos caindo de amores por ele e torcendo para a união do casal, mesmo sabendo lá no fundo da nossa mente que essa união é um tanto, senão de todo, tortuosa e doentia.

O livro é narrado por Gemma em forma de carta, sendo direcionada ao Ty do início ao fim e infelizmente, Stolen não possui continuação, mas mesmo sendo um livro antigo, Christopher diz que gostaria de dar uma continuidade a história algum dia, então só nos resta esperar que esse dia chegue o mais rápido possível.
Stolen é aquele livro que passe o tempo que for, nós sempre nos lembraremos dele com todo amor e carinho. Stolen definitivamente também é aquele livro que quando terminamos, nos pegamos pensando nele pelo resto da semana e talvez até do mês, querendo esquecer toda a história só para poder lê-la novamente com a mesma intensidade de antes. Se posso dizer algo com toda certeza, isso é: LEIAM! E se sintam tão presos a essa história como eu, Gemma e provavelmente todos que tiveram a oportunidade e o prazer de admirá-la.

Olá pessoas! Bom, eu sei que eu estou um tanto - muito - atrasada para uma postagem com esse título já que o mês já se encontra no fim, mas como diz o ditado: antes tarde do que nunca, não é mesmo? E como livro não possui data de validade, vocês não precisam necessariamente ler os livros no mês do seu lançamentos, o importante é adicioná-los a listinha e aproveitá-los em algum momento. Agora chega de conversa e vamos para o que importa:



Alguém para amar 

Autora: Alice McDermott 
Páginas: 256 
Editora: Globo Livros 

Sinopse: Lembranças dispersas — de uma infância curiosa, das descobertas sexuais na adolescência, da maternidade, e, finalmente, da velhice — se reúnem nesta história inesquecível que retrata uma mulher admirável, mas que, ao mesmo tempo, poderia ser nossa mãe, nossa amiga, nossa vizinha ou até nós mesmos.

O Menino Que Acreditava Em Milagres 

Autor: John O'Leary 
Páginas: 288 
Editora: Universo Dos Livros 

Sinopse: Um  relato emocionante de triunfo sobre a tragédia, essa história traz reflexões inspiradoras a respeito das escolhas que fazemos na vida e das lições que podemos aprender com elas. Quando John O’Leary tinha nove anos, quase morreu em um devastador incêndio em sua casa. Com queimaduras em 100% do corpo, ele reuniu uma quantidade inimaginável de força interior apenas para sobreviver a essa fase tão difícil. Os insights que teve ao passar por essa experiência e os heróis que surgiram para ajudá-lo ? sua família, a equipe médica e pessoas totalmente desconhecidas ? mudaram a sua vida. Nesse livro, John relata sua história e nos ajuda a encarar os aspectos corriqueiros de nossa vida de um modo extraordinário. Com uma trajetória que é uma verdadeira progressão de milagres, ele nos faz rir, chorar e repensar todo o propósito de nossas vidas. Mostrando-nos a importância de se valorizar todas as pequenas bênçãos e oportunidades que tendem a passar despercebidas diante de nossos olhos. Empoderador, inspirador, absolutamente honesto e gentil, a força e o incrível espírito de O’Leary transbordam e brilham em todas as páginas deste livro.


A Rosa Branca 
(Série A Cidade Solitária #2) 

Autora: Amy Ewing 
Páginas: 320 
Editora: LeYa 

Sinopse: No livro "A Joia", primeiro volume da série - A Cidade Solitária - Violet Lasting é comprada por uma das mulheres mais poderosas da realeza, a Duquesa do Lago, e vai viver com ela na Joia, o círculo onde mora toda a nobreza. Agora, Violet tem de fugir da Joia, do círculo nobre da Cidade Solitária para salvar a própria vida e a do seu amor, Ash. Junto com seu amado e Raven, sua melhor amiga, Violet tenta se libertar da terrível vida de servidão e crueldade. Só que ninguém disse que deixar a Joia seria fácil, e ela terá que passar por grandes obstáculos. No meio disso tudo, a jovem ainda descobre que há uma revolução sendo planejada contra a realeza e que seu papel nisso é fundamental. É hora de Violet descobrir que é muito mais poderosa do que sempre imaginou! A Rosa Branca é o segundo volume da trilogia "A Cidade Solitária" e traz novas e incríveis reviravoltas. Será impossível não ficar ansioso pelo último livro da saga.


O Garoto do Cachecol Vermelho 

Autora: Ana Beatriz Brandão 
Páginas: 294 
Editora: Verus 

Sinopse: Uma história comovente, recheada de drama, suspense e romance Melissa é uma garota linda, rica e mimada, que sempre consegue o que quer e tem todos na palma da mão. Ela acredita que a carreira de bailarina é a única coisa que realmente importa, porém suas certezas são abaladas quando faz uma aposta com um garoto misterioso, que parece ter como objetivo virar sua vida de cabeça para baixo. De repente, Melissa se vê dividida entre dois caminhos: realizar seu maior sonho, pelo qual batalhou a vida inteira, ou viver um grande amor. Mas, não importa aonde ela vá, todas as direções apontam para o garoto do cachecol vermelho... Com esta história intensa e apaixonante, Ana Beatriz Brandão vai emocionar e surpreender o leitor, provando que é uma jovem autora que tem muito a dizer.



Alerta de risco 
(Contos e Perturbações) 

Autor: Neil Gaiman 
Páginas: 304  
Editora: Intrínseca 

Sinopse: É com palavras assim que Neil Gaiman apresenta Alerta de risco, uma rica coletânea de histórias de terror e de fantasmas, ficção científica e conto de fadas, fábula e poesia que exploram o poder da imaginação. Em “História de aventura”, Gaiman pondera sobre a morte e sobre como, ao morrer, as pessoas levam consigo suas histórias. No suspense “Caso de morte e mel”, ele nos presenteia com sua versão do mundo de Sherlock Holmes. Em “A Bela e a Adormecida”, duas conhecidas personagens de contos de fadas têm suas histórias entrelaçadas em uma releitura bastante original. “Hora nenhuma” é um conto muito especial sobre Doctor Who, escrita para o quinquagésimo aniversário da série de tevê, em 2013. E há também um conto escrito exclusivamente para esta coletânea: “Cão negro”, que revisita o mundo de Deuses americanos ao narrar um episódio que envolve Shadow Moon em um bar durante seu retorno aos Estados Unidos. Um escritor sofisticado cujo gênio criativo não tem paralelos, Gaiman hipnotiza com sua alquimia literária e nos transporta para as profundezas de uma terra desconhecida em que o fantástico se torna real e o cotidiano resplandece. Repleto de estranheza e terror, surpresa e diversão, Alerta de risco é um tesouro que conquista a mente e agita o coração do leitor.


As Sete Irmãs - A História de Maia 
( Série As Sete Irmãs #1) 

Autora: Lucinda Riley 
Páginas: 480 
Editora: Arqueiro 

Sinopse: Em As sete irmãs, Lucinda Riley inicia uma saga familiar de fôlego, que levará os leitores a diversos recantos e épocas e a viver amores impossíveis, sonhos grandiosos e surpresas emocionantes. Filha mais velha do enigmático Pa Salt, Maia D’Aplièse sempre levou uma vida calma e confortável na isolada casa da família às margens do lago Léman, na Suíça. Ao receber a notícia de que seu pai – que adotou Maia e suas cinco irmãs em recantos distantes do mundo – morreu, ela vê seu universo de segurança desaparecer. Antes de partir, no entanto, Pa Salt deixou para as seis filhas dicas sobre o passado de cada uma. Abalada pela morte do pai e pelo reaparecimento súbito de um antigo namorado, Maia decide seguir as pistas de sua verdadeira origem – uma carta, coordenadas geográficas e um ladrilho de pedra-sabão –, que a fazem viajar para o Rio de Janeiro. Lá ela se envolve com a atmosfera sensual da cidade e descobre que sua vida está ligada a uma comovente e trágica história de amor que teve como cenário a Paris da belle époque e a construção do Cristo Redentor.



Essa Luz Tão Brilhante 

Autora: Estelle Laure 
Páginas: 208  
Editora: Arqueiro 

Sinopse: O pai dela surtou e foi internado. A mãe disse que ia viajar por uns dias e nunca mais voltou. Wren, sua irmãzinha, parece bem, mas já está tendo problemas na escola. Lucille tem só 17 anos, e todos os problemas do mundo. Se não conseguir arrumar um emprego para pagar as contas e fingir para os vizinhos que está tudo em ordem, pode perder a guarda da irmã. Sorte a dela ter Eden, uma amiga tão incrível que se dispõe a matar aulas para ajudá-la. Azar o dela se apaixonar perdidamente justo agora, e justo por Digby, o irmão gêmeo de Eden, que é lindo, ruivo... mas comprometido. Essa luz tão brilhante é a história de uma garota que descobre uma grande força dentro de si enquanto aprende que a vida e o amor podem ser imprevisíveis, assustadores e maravilhosos – tudo junto e misturado.





Prometida 
Uma longa jornada para casa 
(Série Perdida #4) 

Autora: Carina Rissi 
Páginas: 476  
Editora: Verus 

Sinopse: Elisa Clarke anda um pouco entediada. Seus dias parecem iguais e os bailes há muito deixaram de trazer algum prazer a ela. Não que seja uma surpresa, pois sempre que ela está presente os eventos se tornam um desastre! E é injusto, já que ela foi uma boa moça a vida toda. Nascida em uma das famílias mais influentes, a jovem aprendeu desde pequena a respeitar as normas sociais e se manter longe de escândalos. Na única vez em que ignorou uma dessas regras acabou noiva. E foi apenas um beijo, ora bolas! Um beijo com o qual Elisa fantasiou desde que conheceu e se apaixonou irrevogavelmente pelo belo e gentil jovem médico e que, como acontece nos contos de fadas, mudou sua vida para sempre. Mas não da maneira que ela esperava. Como consequência, agora está prometida a alguém que a despreza tanto que preferiu viver em outro continente. Tudo o que ela deseja é que as coisas permaneçam assim.  Mas Elisa não sabe que seu noivo está a caminho do Brasil, e ela terá de enfrentar o homem cujo coração um dia se viu forçada a partir.  Destinados a ficar juntos, mas separados por seus corações, eles se envolverão em uma sinuosa dança marcada por segredos, mágoas do passado, intrigas e uma arrebatadora paixão que colocará em perigo não apenas seus sentimentos, mas a vida de ambos.



Biblioteca de Almas 
(O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares #3) 

Autor: Ransom Riggs 
Páginas: 416 
Editora: Intrínseca 

Sinopse: Biblioteca de Almas é o último volume da celebrada trilogia iniciada com O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares. Neste terceiro livro, depois de sofrer com a morte do avô, conhecer crianças com habilidades peculiares em uma fenda temporal e partir pelo mar em uma busca desesperada para curar a srta. Peregrine, Jacob vai finalmente enfrentar a inevitável conclusão dessa turbulenta jornada.  Jacob descobre uma poderosa habilidade e não demora a explorá-la para resgatar os amigos peculiares e as ymbrynes da fortaleza dos acólitos. Junto com ele vai Emma Bloom, uma menina capaz de produzir fogo com as mãos, e Addison MacHenry, um cão com faro especial para encontrar crianças perdidas. Partindo da Londres dos dias atuais, o grupo vai percorrer as ruelas labirínticas do chamado Recanto do Demônio, uma complexa fenda temporal que abriga todo tipo de vícios e perversões. É ali que o destino de peculiares de toda parte será decidido de uma vez por todas. Tal como os volumes anteriores da série, Biblioteca de Almas une fantasia, aventura e sombrias fotografias de época para criar uma experiência de leitura única.


Corte de Névoa e Fúria 
(Série Corte de Espinhos e Rosas #2) 

Autor: Sarah J. Maas 
Páginas: 658 
Editora: Galera Record 

Sinopse: O aguardado segundo volume da saga iniciada em Corte de espinhos e rosas, da mesma autora da série Trono de vidro Nessa continuação, a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, Feyre, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes de sete Grão-Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano. Incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mas, mesmo assim, ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys que se sente mais plena? Peça-chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz. Pois um antigo mal, muito pior que Amarantha, se agita no horizonte e ameaça o mundo de humanos e feéricos.